Reunião com o governo não avança e paralisação do dia 26 está mantida – SINTE PIAUI
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Reunião com o governo não avança e paralisação do dia 26 está mantida

A direção do Sinte-PI foi chamada para uma reunião no Palácio de Karnak na manhã desta segunda-feira (25) em atendimento ao Ofício nº  084/2017, enviado em 28 de julho de 2017 para tratar da seguinte pauta:

– Antecipação da parcela do reajuste de 3,15% dos funcionários de escolas para o segundo semestre de 2017;

– Reenquadramento;

– Encaminhamento da Lei do piso e do reajuste dos administrativos para a Assembleia Legislativa;

– Reajuste das Gratificações dos servidores da Educação;

– Aposentadorias;

– Teto do vale transporte.

 

Na reunião estiveram presentes pelo Sinte: Paulina Almeida (presidente), Kassyus Lages (vice-presidente), Manoel Rodrigues (sec. Finanças), João Correia (sec. Comunicação), Lucine Rodrigues (assuntos municipais), Filomena Cristina (sec. Geral), Edimar Nascimento (sec. combate ao racismo), Expedito Pacífico (sec. assuntos sindicais), França (sec. funcionários) Iolete Pereira (Sinte-Piripiri), José Augusto (Sinte-Oeiras), Iracy Nascimento (Sinte-Demerval Lobão), Odisseia Brejal (Sinte-Esperantina), Jacinta Bandeira (Sinte-Campo Maior), Julio Morais (Sinte-Altos), Rosário Mota (Sinte-Piracuruca), Paulo Bezerra (presidente da CUT-PI) e Geovane Brito (advogado do Sinte-PI). E pelo governo do Estado: Wellington Dias (governador), Rejane Dias (sec. Educação), Franzé Silva (sec. Administração), Rafael Fonteles (sec. Fazenda) e assessores.

O Sinte-PI apresentou as reivindicações ponto a ponto destacando as preocupações e os prejuízos que os servidores estão tendo com o não atendimento das pautas acima. Veja o resultado da reunião:

Aposentadorias – o governo se comprometeu de enviar a Lei do Piso do Magistério para a Assembleia Legislativa do Piauí (ALEPI) o mais breve possível; vale destacar que o governador já está irregular a partir do momento que ele paga o piso do magistério sem que a ALEPI tenha aprovado a lei.  Com a aprovação da Lei pela Alepi muitos professores poderão se aposentar com o salário atualizado.

Reajuste dos Administrativos – O governo reforçou que o acordo da segunda parcela do reajuste dos administrativos de 3,14% está confirmado para janeiro/2018, justificando que não tem como antecipar para não ultrapassar a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). “Nossa expectativa era que o governador pudesse trazer para este semestre, pois em 2018 já teremos novo reajuste do salário mínimo e o Piso do Magistério”, destacou Paulina.

Reenquadramento – Muitos servidores aguardam o reenqudramento para poder dar continuidade ao processo de aposentadoria; o governador se comprometeu em consulta à Procuradoria Geral do Estado (PGE) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PI) sobre a situação do reenquadramento, pois atinge os administrativos de todas as secretarias do governo.

Gratificações – de acordo com as explicações do governador, o estado está impedido de realizar qualquer reajuste sobre as gratificações de modo geral uma vez que está no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Lembrando que as gratificações dos professores das escolas de tempo integral está congelada desde 2009, e a gratificação dos vigias sofreu uma alterações que reduziu o valor recebido quando mudaram de área de risco para escola de tempo integral.

Vale Transporte – o Sinte-PI cobrou mais uma vez de uma forma incisiva o aumento do teto do auxílio transporte, que hoje é R$ 3.100,00, pois muitos servidores apesar do pouco reajuste ficaram sem este auxílio e a cada reajuste mais servidores perdem o benefício. Neste ponto o governo não apresentou proposta para resolver a situação dos servidores da educação.

A presidente do Sinte-PI, Paulina Almeida confirmou que a paralisação estadual está mantida para dia 26 se setembro uma vez que as pautas não tiveram os avanços esperados. “O Sinte-PI vai reunir a categoria e convocar uma assembleia para que a categoria possa definir encaminhamentos sobre a situação dos trabalhadores em educação, uma vez que a educação vem sendo prejudicada há bastante tempo sem a devida valorização profissional”, finalizou Paulina Almeida, presidente do Sinte-PI.

 

Sinte-PI

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